Suecos do Graveyard voltam ao Brasil com seu vintage hard rock
- Rockload Admin
- 14 de jan.
- 2 min de leitura
Bike será a banda convidada em todas as apresentações, que acontecem em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Belo Horizonte
Com reputação sólida dentro do vintage hard rock, os suecos do Graveyard estão de volta à América Latina para divulgar o álbum 6 em oito apresentações entre abril e maio. Em seis das oito datas, como os quatro shows Brasil mais Chile e Argentina, a banda suporte será a brasileira de rock psicodélico Bike.
Os shows no Brasil acontecem todos em maio: dia 7/05 em Porto Alegre/RS (Espaço Marin), 8/05 em Curitiba/PR (Basement), 9/05 em São Paulo/SP (Hangar 110) e dia 10/05 em Belo Horizonte/MG (Mister Rock).
A realização é da Xaninho Discos, que também cuidou das turnês passadas do quarteto pelos Trópicos.

Formada em 2006, em Gotemburgo, na Suécia, a banda se destacou desde o início pela paixão compartilhada por hard rock, psicodelia, stoner rock e pela base eterna do blues. No Brasil, o Graveyard logo ganhou fãs devotos, que acompanham a carreira dos suecos até hoje.
Liderados pelo vocalista e guitarrista Joakim Nilsson, eles estrearam com o agora seminal álbum homônimo, de 2007. Logo contratados pelo poderoso selo Nuclear Blast Records, a ascensão da banda foi rápida e irresistível. O segundo álbum, Hisingen Blues, um sucesso de críticas, consolidou o Graveyard como um peso-pesado do rock’n’roll.
Do peso enraizado de Lights Out (2012) aos grooves mágicos e musculosos de Peace (2018), passando pelo folk doom em tons sépia de Innocence & Decadence (2015), o Graveyard construiu alguns dos trabalhos mais vitais e vibrantes do heavy rock do século 21.
A nova turnê pela América Latina será para divulgar o álbum 6, lançado em 2023, junto a diversos clássicos que nunca ficam de fora dos setlists.
É um registro em que mostra mais uma evolução do Graveyard, tanto em termos de formação quanto de profundidade musical. É o segundo disco com a formação de Nilsson, Ramm, o baixista Truls Mörck e o baterista Oskar Bergenheim. É mais lento, mais soul, mais introspectivo e um pouco mais sombrio do que seus antecessores.
6 se apresenta como o álbum mais marcante e original da trajetória do Graveyard. Uma mistura suavemente lisérgica de guitarras desoladas, Hammond fervilhante e baixo e bateria ágeis, os suecos demonstram uma leveza que só haviam insinuado antes.
“A principal coisa era que queríamos um álbum mais centrado nas guitarras. Peace talvez fosse mais guiado pelo baixo e pelo ritmo, mas agora temos mais guitarras, então dá para ouvir que somos dois! [risos]", conta Nilson.

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